A homilia pode omitir a reflexão que se segue (pontos 2, 3 e 4) e passar a apontar imediatamente os desafios enumerados no ponto 5, alterando o texto introdutório:
“Meus caros irmãos e irmãs: a apresentação e transformação do pão e do vinho, «frutos da terra e da videira, do sol e da chuva, da fadiga e do trabalho do homem», leva-nos a descobrir a relação entre a Eucaristia e a santificação do mundo, entre a Eucaristia e a defesa da Criação. Seguindo Bento XVI, num documento seu sobre a Eucaristia (cf. Sacramentum Caritatis, 92) eu deixaria aqui três desafios”… (segue-se 5.1.; 5.2; 5.3).
INTRODUÇÃO AO TRÍDUO PASCAL ⃞⃞⃞ QUINTA-FEIRA SANTA 2008
“Entrando no Tríduo Pascal, a comunidade cristã revive na Missa in Cena Domini o que aconteceu na última Ceia. No Cenáculo o Redentor quis antecipar, no Sacramento do pão e do vinho transformados no seu Corpo e no seu Sangue, o sacrifício da sua vida: ele antecipa esta sua morte, entrega livremente a sua vida, oferece o dom definitivo de si à humanidade. Com o lava-pés, repete-se o gesto com que Ele, tendo amado os seus, os amou até ao extremo (cf. Jo 13, 1) e deixou aos discípulos como seu distintivo este acto de humildade, o amor até à morte. Depois da Missa in Cena Domini, a liturgia convida os fiéis a estar em adoração do Santíssimo Sacramento, revivendo a agonia de Jesus no Getsémani. Assim podemos compreender melhor o mistério da Quinta-Feira Santa, que inclui o tríplice dom do Sacerdócio ministerial, da Eucaristia e do mandamento novo do amor (ágape)!”
Bento XVI)
LITURGIA DA QUINTA-FEIRA SANTA 2008
Saudação Inicial:
P- Na véspera da sua Paixão, durante a Ceia pascal, o Senhor tomou o pão nas suas mãos e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o e "entregou-o aos discípulos, dizendo: "Tomai: isto é o meu corpo". Depois, tomou o cálice, deu graças e entregou-lho. Todos beberam dele. E Ele disse-lhes: "Isto é o meu sangue da aliança, que vai ser derramado por todos". Toda a história de Deus com os homens está resumida nestas palavras. Aquilo que Jesus diz, não são simplesmente palavras. O que Jesus diz, é acontecimento, o acontecimento central da história do mundo e da nossa vida pessoal.
Neste dia da instituição da Eucaristia, sentemo-nos com Cristo, à mesa da criação. E fixemos particularmente a nossa atenção nos dons que Jesus escolheu como sinal da sua presença: o pão e vinho. Com cada um dos dois sinais Ele doa-se-nos totalmente. Comecemos por pedir ao Senhor que, desde já, nos lave e purifique dos nossos pecados, de modo a podermos tomar parte com Ele, à mesa, nestes santos mistérios:
Acto Penitencial:
- Senhor, Cordeiro sem mancha, que tirais o pecado do mundo,
Senhor, tende piedade de nós!
- Cristo, Senhor e Mestre que nos servis na humildade,
Cristo, tende piedade de nós!
- Senhor, Sacerdote Eterno que nos chamais à entrega da nossa Vida,
Senhor, tende piedade de nós!
Monição ao Glória. Monitor: Terminada a Quaresma, entramos no Tríduo Pascal da Paixão, Sepultura e Ressurreição de Jesus. Diante desta entrega de amor, abre-se o nosso coração agradecido em exultação e irrompe dos nossos lábios um hino de louvor...
Monição à Liturgia da Palavra: Monitor: Vamos agora escutar a Palavra. A 1ª leitura fala-nos da Ceia Pascal, da sua história e do seu sentido. Foi durante essa Ceia, que Jesus instituiu a Eucaristia, como nos dirá São Paulo, precisamente «na noite em que ia ser entregue». Escutemos, de coração afinado e maravilhado, a Palavra de Deus.
Homilia na Missa da Ceia do Senhor 2008
Uma ementa muito simples, na última ceia de Jesus. Sobre a mesa, não se vê já o cordeiro pascal imolado, nem a acompanhar a famosa salada de ervas amargas. Há apenas pão e vinho. Através de cada um destes elementos naturais, Jesus dá-se-nos totalmente, aproxima-se pessoalmente de nós e une-nos vitalmente a Ele. Mas, uma reflexão atenta sobre os sinais do pão e do vinho, faz-nos perceber que eles representam, cada um, a seu modo, um aspecto particular do mistério pascal da sua entrega, paixão, morte e ressurreição . Por isso, concluída uma Quaresma, centrada na valorização, descoberta e defesa da Criação, digamos hoje algumas palavras simples, sobre a riqueza natural e o mistério que se esconde sob as espécies do pão e do vinho!
O Pão, fruto da terra e do céu
1. Comecemos pelo Pão da Hóstia consagrada. É o tipo mais simples de alimento, feito apenas com a água e a farinha de trigo moído. Aparece-nos, desde logo, o pão como o alimento dos pobres, aos quais, aliás, em primeiro lugar, o Senhor destinou a sua proximidade. O pão exprime, na sua simplicidade, a bondade da Criação e do Criador. Representa a humildade da nossa vida simples de cada dia. Aliás, é assim que o Sacerdote o apresenta no altar, como “fruto da terra e do trabalho do homem”. Mas a terra não produz qualquer fruto se não receber do alto o sol e a chuva, que somos absolutamente incapazes de obter, por nossas mãos. Por isso, o pão não é simples e somente produto nosso; é sempre fruto da terra e, ao mesmo tempo, dom do alto, dádiva do céu. No pão se vê como é importante esta “sinergia”, isto é, este “equilíbrio colaborador de forças” entre o esforço humano e o dom do alto. Meditar nesta realidade simples, desvia-nos, desde logo, da pretensão soberba de darmos a nós próprios a vida ou de a conquistarmos apenas com as nossas capacidades. Tal soberba torna-nos violentos e frios, e acaba por nos levar a destruir a própria Terra. O pão, como fruto da terra e fruto do céu, mostra-nos quanto a criação, anseia, toda ela, por se unir ao seu Criador. E, como só, quando estão unidas as mãos de Deus e as mãos dos homens, é que se pode fazer frutificar a criação!
O Pão dos grãos de trigo moídos
2. Mas ainda não explicamos, em toda a sua profundidade, a mensagem do pão. Diríamos, que neste pão, feito de grãos de trigo moídos, está já escondido, de algum modo, o mistério da Paixão do Senhor. Jesus conhece a sorte do “grão de trigo, lançado à terra, que tem de morrer, para dar fruto”. Mas não tem apenas que morrer naturalmente “para frutificar”. Tem de ser “moído e cozido”, tem de ser amassado, para se tornar pão. Assim, ao apresentar-nos o pão, e ao oferecer-se por meio dEle, Jesus diz-nos que só através do sofrimento e da morte se pode ressuscitar, dar fruto e encontrar a vida nova.
O Vinho da festa
3. De maneira algo semelhante, nos fala também o sinal do vinho. Enquanto o pão nos remete para a simplicidade da vida, no seu caminhar quotidiano, o vinho, pelo contrário, permite ao homem saborear, desde já, e de algum modo, o requinte e o esplendor da criação. O vinho, que nos inebria, permite-nos intuir algo da festa e daquela festa definitiva de Deus com a Humanidade: a festa nupcial da alegria inefável que Deus nos quer oferecer, no final dos tempos! Pelo sinal do vinho, na Eucaristia, Jesus antecipa, desde já, agora, e sempre de novo, essa grande festa da eterna aliança com os Homens.
O vinho da videira podada e das uvas esmagadas
4. Mas também o vinho nos remete para “o cálice” da Paixão: a videira deve ser podada, repetidamente, para assim ser purificada; as uvas devem amadurecer, sob o sol e sob a chuva, e devem ser esmagadas: só através deste processo doloroso da paixão é que amadurece um vinho precioso. Também, pelo vinho, se percebe que a abundância da vida e do amor brota do cálice do sofrimento e da dor.
5. Meus caros irmãos e irmãs: depois destas reflexões sobre o Pão e o Vinho, «frutos da terra e da videira, do sol e da chuva, da fadiga e do trabalho do homem», não é difícil perceber a relação entre a Eucaristia e a santificação do mundo, entre a Eucaristia e a defesa da Criação. Seguindo Bento XVI, num documento seu sobre a Eucaristia (cf. Sacramentum Caritatis, 92) eu deixaria aqui três desafios:
Eucaristia, santificação do mundo e defesa da criação
5.1. Primeiro: aprendamos a olhar o nosso mundo e a criação inteira, simultaneamente, e sempre, “como fruto da Terra e do trabalho do homem”, isto é, como dom de Deus e tarefa para nós! O cuidado humano pela obra de Deus faz parte do seu desígnio de amor por nós. Consideremos assim a Terra, como criação de Deus, que sempre produz o necessário para o nosso sustento e cujo cultivo responsável nos dá a esperança de um mundo novo, do novo céu e da nova terra (Ap.21,2).
5.2. Segundo: não tratemos a Terra como se fora uma porção neutra de matéria orgânica ou inorgânica, de que dispomos a nossa belo prazer. Há no Universo uma espécie de reflexo e atracção, para a plena união entre todas criaturas e o seu Criador! E por isso o futuro do mundo criado está associado à nossa salvação. São inseparáveis a salvação do homem e a salvação do mundo!
5.3. Terceiro: O dom, o cultivo e a transformação, por que passam os grãos de trigo até ser pão e as uvas da videira até serem vinho, indiciam algo daquele mistério pascal, pelo qual Jesus sofre, morre e ressuscita, por nós. Isso bastar-nos-ia para apreendermos a saborear, com gosto sobrenatural, a simplicidade do pão que restaura as nossas forças e a beber, com santa alegria, o vinho que alegra o coração do Homem. Curiosa e tristemente, a ementa da maior parte das nossas refeições parece dispensar já o essencial da última ceia de Jesus: precisamente o pão e o vinho, que bem bastam para o caminho.
Irmãos e irmãs: “No pão e no vinho que levamos ao altar, toda a criação é assumida por Cristo Redentor para ser transformada e apresentada ao Pai” (Sac. Carit. 47). Unamo-nos, por isso a Jesus, na sua oração de louvor. Por meio da Eucaristia, dêmos, por Ele, graças ao Pai. E façamo-lo sempre “em nome da criação inteira” (Sacr. Carit.92), na esperança de que o mesmo Espírito que transforma o pão e o vinho no corpo e sangue de Cristo, faça de nós novas criaturas e assim nos torne artífices apaixonados de uma nova criação!
MONIÇÃO AO LAVA-PÉS:
Monitor: Agora o Presidente, vai lavar os pés a 12 (pais e) crianças, escolhidas do grupo do 2º ano da catequese, que se prepara para fazer a primeira comunhão, na Quinta-feira do Corpo de Deus. Convidamos as pessoas presentes, a trazer a água para o lava-pés, como se todos escutássemos o apelo de Jesus: vistes o que eu vos fiz; fazei-o vós também!
(trazer garrafinhas de água e lançá-las na bacia do lava-pés).
Que significado pode ter este gesto? “Deus desce e torna-se escravo, lava-nos os pés, para que possamos estar na sua mesa. Exprime-se nisto todo o mistério de Jesus Cristo. O banho no qual nos lava é o seu amor, pronto para enfrentar a morte. Só o amor tem aquela força purificadora, que nos tira a nossa impureza e nos eleva às alturas de Deus. Jesus é continuamente este amor que nos lava, sobretudo através dos sacramentos da purificação: na água do Baptismo e nas lágrimas da Reconciliação. O seu amor é inexaurível, vai verdadeiramente até ao fim” (adapt. Bento XVI, Homilia na Missa in Coena Domini 2006).
ORAÇÃO DOS FÉIS – Quinta-Feira Santa 2008 ( )
P – Ao longo da última Quaresma, pedimos ao Senhor o dom da abertura dos nossos cinco sentidos à presença e acção do Senhor. Recapitulemos agora o nosso caminho e peçamos ao Senhor, mais uma vez, que nos abra todos os sentidos, para assim O podermos, conhecer e reconhecer em cada Eucaristia:
1. Senhor, abri os nossos ouvidos, para sabermos ouvir, com temor e tremor, as palavras sagradas, «isto é o meu corpo; isto é o meu sangue», com que nos guiais para o admirável mistério da fé! Oremos irmãos.
2. Senhor, dai-nos sensibilidade, para tocar com respeito sagrado as espécies do pão e do vinho eucarísticos, que nos são colocadas, na língua ou nas mãos, como dádiva e excesso de amor! Oremos irmãos.
3. Senhor, ensinai-nos a saborear, com a sabedoria dos simples, o pão santo e o cálice divino da Eucaristia, oferecidos à nossa peregrinação quotidiana, como comida e bebida verdadeiras! Oremos irmãos.
4. Senhor, abri os nossos olhos, ao partir do pão, para que reconheçamos, nos dons do pão e do vinho eucarísticos, a presença real e escondida do Ressuscitado! Oremos irmãos.
5. Senhor, ajudai-nos a exalar, pelo mundo inteiro, o suave odor do amor de Cristo Ressuscitado, que, na manhã de Páscoa, nos reconduziu, em esperança, ao Jardim da nova Criação! Oremos irmãos.
P- Deus todo poderoso e eterno: ouvi por bondade as nossas súplicas e atendei ao vosso povo, que remistes com o Sangue do Vosso Filho, o Qual é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Monição antes do Ofertório
Monitor: “Tirando inspiração da Eucaristia, muitas instituições tornam-se a expressão concreta do sacramento do amor. Nesse sentido, na Diocese do Porto, o Contributo Penitencial de 2008, que vamos recolher, destinar-se-á a constituir um Fundo Social Diocesano de apoio e promoção da Vida. Dêmos com alegria. Convidamos agora os pais e demais adultos, a trazerem ao altar a sua garrafinha de vinho, que se destina ao ágape, ao nosso convívio fraterno, no final desta celebração.
Cântico de Ofertório
Oferta da Farinha
Cada criança do 2º ano traz ao altar um saquinho de farinha de trigo, sem fermento. Essa farinha será, em parte, destinada a fazer pão, que partilharemos com as crianças mais pobres. Outra parte, será entregue às Irmãs Carmelitas, para com ela, fazer as hóstias, que hão-de ser consagradas e comungadas pelas crianças e pelos seus pais e familiares na Festa da Primeira Comunhão. O Pão partido da Eucaristia é também e sempre o pão repartido pelos mais pobres.
Outro Cântico de Ofertório: Uma sementinha de trigo…
Prefácio Próprio
Monição antes da Oração Eucarística: Monitor – Vai ter início agora a Oração Eucarística. Ela é inspirada na grande Oração pascal de bênção e de acção de graças, que Jesus fez também na última Ceia. Na Eucaristia, por esta Oração de louvor, o Senhor abençoa as nossas oferendas do pão e vinho para, nelas, se entregar a Si mesmo. Esta "Oração eucarística" realiza assim a Eucaristia. O Presidente irá tomar, como «oração», a do «cânone romano». Iremos ajoelhar, apenas e só, quando nos for dada indicação, por gesto, para esse efeito.
Sanctus
Oração Eucarística I
Monição antes da Comunhão: Monitor: Comunguemos dignamente sob as duas espécies do Pão e do Vinho. Façamo-lo calmamente, e do modo mais habitual, recebendo os dons eucarísticos, pela boca, sem oferecer as mãos para a comunhão.
Monição no final da Comunhão: Ao comungar, como que nos dirigimos ao Senhor, com esta prece de louvor da Igreja antiga: “Assim como este pão partido estava disperso pelas colinas e ao ser recolhido se tornou uma só coisa, também a tua Igreja dos confins da terra seja reunida no teu Reino" (Didaqué IX, 4).
À Trasladação, o Presidente diz: (depois do Hino «Celebremos o mistério...):
P- “O acto de adoração fora da Santa Missa prolonga e intensifica aquilo que se fez na própria celebração litúrgica. Com efeito, «somente na adoração pode maturar um acolhimento profundo e verdadeiro” (Sacramentum Caritatis, 66). Diz-nos ainda o Papa: “Recomendo ao povo de Deus a prática da adoração eucarística tanto pessoal como comunitária. Além disso, recomendo que na formação catequética, particularmente nos itinerários de preparação para a Primeira Comunhão, se iniciem as crianças no sentido e na beleza de demorar-se na companhia de Jesus, cultivando o enlevo pela sua presença na Eucaristia” (Ibidem 67).
Hino Eucarístico: Oh verdadeiro Corpo do Senhor...
Oração: P- Ó Deus, que neste admirável sacramento nos deixastes o memorial da Vossa Paixão, concedei-nos venerar de tal modo os sagrados mistérios do Vosso Corpo e Sangue, que experimentemos sempre em nós os frutos da Vossa redenção. PNSJ. R. Ámen.
Incensação, no lugar da Reposição
Litanias:
Bendito seja Deus;
Bendito seu santo nome;
Bendito Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem;
Bendito o nome de Jesus;
Bendito o seu sacratíssimo coração;
Bendito o seu preciosíssimo sangue;
Bendito Jesus no Santíssimo Sacramento do Altar;
Bendito o Espírito Santo Paráclito;
Bendita a excelsa Mãe de Deus, Maria Santíssima;
Bendita a sua Santa e Imaculada Conceição;
Bendita a sua gloriosa Assunção;
Bendito o nome de Maria, Virgem e Mãe;
Bendito São José, seu castíssimo esposo;
Bendito Deus nos seus anjos e seu Santos...
Hino Eucarístico: Oh verdadeiro Corpo do Senhor... (ou outro)
Desnudação do Altar. Enquanto se desnuda o altar
Monição Final:
Monitor:
Tendo celebrado a Eucaristia, somos convidados à contemplação silenciosa da sua entrega por nós, nos dons do Pão e do Vinho. Haverá Adoração do Santíssimo, hoje mesmo, das 21h30 às 22h30.
Amanhã, às 15h00 voltaremos para contemplarmos esta mesma entrega no Calvário, celebrando a Paixão do Senhor! Todas as crianças e adolescentes da catequese e todas as Famílias são convidadas amanhã a trazer o seu “Jardim de Páscoa”, cultivado ao longo de toda a Quaresma.
Mas agora, e de seguida, vamos realizar, nos claustros desta Igreja, um pequeno «ágape». Por querer dizer «amor», a palavra «ágape», tanto definia o amor cristão, como serviu para dar nome à Eucaristia.
Vamos realizar um pequeno ágape, uma pequena partilha de pão, doces e vinho, com as crianças e os pais e com a comunidade. O Pão partido da Eucaristia torna-se pão repartido da nossa fraternidade em Cristo.
(segue-se convívio com pais e crianças que vão fazer a Festa da Eucaristia)
Liturgia Dominical | Amaro Gonçalo| 20/03/2008 | 00:31 | Copyright© Varanda dos Reis